Quando o forno certo entra em campo: o case Craque do Pão e Ramalhos

Antes de assinar pães, Marcos Lopes assinava jogadas. Foram sete anos vestindo a camisa do Marítimo, time de futebol de Portugal — e foi lá, entre um treino e outro, que ele reparou em algo que mudaria sua vida depois de pendurar as chuteiras: as padarias portuguesas. A qualidade, o cuidado, o lugar que o pão ocupava no dia a dia das pessoas. “Quando eu vi aquilo em Portugal e a realidade do Brasil, eu falei: vou botar uma padaria igual à de Portugal”, conta. 

O sonho não caiu do céu. Ao parar de jogar, ele foi trabalhar na padaria do irmão, aprendeu o ofício por dois anos e se apaixonou pelo ramo. Em 1997, nascia a Craque do Pão, em Campo Grande, no Rio de Janeiro, três portas, cinquenta metros quadrados e dez funcionários. Modesta no tamanho, gigante na vontade. 

De cinquenta metros quadrados a uma família de 350 pessoas 

Quase três décadas depois, o cenário é outro. A Craque do Pão hoje soma milhares de metros quadrados entre área de vendas e produção, e reúne mais de 350 colaboradores. Em agosto de 2024, deu mais um passo importante: inaugurou a segunda unidade no Downtown, na Barra da Tijuca, levando o mesmo sabor e o mesmo acolhimento para ainda mais gente. 

Mas pergunte ao fundador qual é o segredo e ele desvia o mérito na hora: “Eu não faço nada. Quem faz são os meus colaboradores.” Para ele, a padaria é o que é porque tem gente fiel, que vestiu a camisa e “pegou junto no remo”. É uma casa onde auxiliar de limpeza vira confeiteiro, ajudante de produção vira padeiro, e sonho vira profissão. 

Só que valorizar gente boa, ele sabe, não é só discurso. “Não adianta eu querer que o funcionário faça um bom pão se eu não dou condições a ele de trabalhar.” E é exatamente aí que entra outro personagem dessa história. 

Onde a Ramalhos entra: qualidade que começa no equipamento 

Para o fundador da Craque do Pão, equipamento não é detalhe, é a base de tudo. “Para ter qualidade, tem que ter equipamento. E não ter dor de cabeça.” Foi com essa lógica que a Ramalhos entrou na operação: fornos que fazem a diferença no resultado e facilitam a vida de quem está na produção todos os dias. 

E há um diferencial que ele faz questão de destacar: os fornos avisam quando é hora da manutenção, e o suporte de pós-venda é, nas palavras dele, “fantástico”. Num negócio onde cada hora de forno parado é venda que não volta, ter essa tranquilidade vale ouro. 

O fim de semana que virou depoimento 

Foi na segunda loja, recém-inaugurada, que a parceria mostrou do que é feita. A Craque do Pão havia comprado dois fornos turbo (Turboram Ramalhos), mas percebeu, com a loja já montada — escada, estrutura, tudo pronto —, que o ideal ali era um forno de lastro. 

Trocar dois fornos por outro numa loja já em operação parece pedir demais. Não foi. “Você pode se surpreender, mas a Ramalhos tirou os dois fornos turbo. Começou no sábado à noite e, na segunda-feira, eu já estava com a porta aberta.” 

O fundador se emociona ao lembrar. “Eu tenho certeza de que não é qualquer firma que faz isso.” E é justamente esse tipo de gesto — resolver rápido, sem interromper o negócio do cliente — que transforma um comprador em parceiro. 

Casamento perfeito 

O fundador da Craque do Pão resume a relação numa frase que diz tudo: “O equipamento, junto com o funcionário, é um casamento perfeito.” Com um bom forno na mão, dá para exigir do time o melhor, porque as condições estão dadas. 

De um lado, uma padaria que cresceu valorizando gente. Do outro, uma marca que entende que a qualidade do cliente também é responsabilidade sua. No fim, é disso que a Ramalhos vive: de estar ao lado de quem faz pão de verdade, todos os dias, do primeiro forno ao próximo sonho. 

 

Perguntas frequentes (FAQ) 

O que é a Craque do Pão? A Craque do Pão é uma padaria fundada em 1997, em Campo Grande, no Rio de Janeiro, por um ex-jogador de futebol que se inspirou nas padarias portuguesas durante os sete anos em que atuou pelo Marítimo, em Portugal. Hoje é referência em panificação, com mais de 350 colaboradores e duas unidades, incluindo uma no Downtown, na Barra da Tijuca. 

Qual a diferença entre forno de lastro e forno turbo (ventilado)? O forno de lastro é ideal para assados artesanais, entregando pães com bastante crocância e textura, graças ao contato direto com a soleira aquecida. Já o forno turbo (ventilado, linha Turboram da Ramalhos) usa circulação de ar quente, garantindo velocidade e versatilidade para diferentes produtos. A escolha depende do tipo de produção de cada padaria. 

Por que o pós-venda da Ramalhos é considerado um diferencial? Porque vai além da venda do equipamento. Os fornos Ramalhos avisam quando é hora da manutenção preventiva, e o suporte técnico é rápido e dedicado — como no caso da Craque do Pão, em que a troca de dois fornos foi feita ao longo de um fim de semana, sem que a loja precisasse fechar as portas na segunda-feira. 

Qual forno Ramalhos é indicado para padarias? Depende do volume e do tipo de produto. A Ramalhos oferece fornos de lastro (linha Modulram e Electram), rotativos (Rotoram), ventilados (Turboram) e o Anelar, referência para pão francês. O ideal é avaliar a demanda de produção junto ao time comercial para encontrar a solução mais adequada. 

A Ramalhos oferece suporte para trocar ou reconfigurar equipamentos já instalados? Sim. Como mostra o case da Craque do Pão, a Ramalhos atua para adaptar a operação à necessidade real do cliente, inclusive substituindo equipamentos em lojas já inauguradas, com agilidade e o mínimo de impacto no funcionamento do negócio. 

Onde a Craque do Pão fica localizada? A unidade original está em Campo Grande, no Rio de Janeiro. A segunda unidade foi inaugurada em agosto de 2024 no Downtown, na Barra da Tijuca.